sábado, 20 de outubro de 2012
D.Policarpo II
Que todos nós sabemos que a igreja está de braço dado com a política, está, quando me refiro a igreja, refiro me portanto, aos seus representantes e afins, que bispos e afins, são remunerados apesar de um voto de pobreza também, falamos de ordenados que ascendem 4000 euros, vindos daqueles que acreditam, que têm fé, e que numa altura destas, seu refúgio e consolo, passam pela sua crença.
Apesar disto tudo, o D. José Policarpo, ultimamente faz afirmações, que me deixam sem ar, e confunde a inércia, e o conformismo perante a situação actual do país, talvez como um acto contra Deus, culpando os portugueses que a crise é responsabilidade dos mesmos, que pede tudo ao estado, e não tem conceito de vida em comunidade, para além de dizer também, que tudo aponta para uma melhoria, e a contestação, não nos leva a lado nenhum.
Que raio de homem é este, que além de auferir estes ordenados, ainda tem casa, e tudo com o dinheiro de paróquia? Devia estar calado, pois tal afirmações pouco sensatas só me fazem chegar a conclusão, que tudo o que é uma instituição, está podre, contaminado. Devia ter vergonha de tais palavras, os portugueses precisam de alento, e que não lhes seja imputada culpa pela incompetência actual e passada nos nossos governos! Se pedem, é o estado que decide se dá, ou não, e também certamente que não foi apenas em subsídios que isto chegou onde chegou. Que lhe prometeram? Um lugar no céu por ser pobre de espírito?
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