sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

S. Valentim

Obviamente que todo o dia que homenageia algo, tem o seu lado comercial, as montras enchem-se de figuras alusivas, e tudo é uma desculpa ao comercio... Estará assim tão errado??
Ora se bem me lembro, temos vários dias num ano alusivos a algo especial, considero eu homenagem e não uma desculpa para oferecer, ou correr para uma loja feita louca... Natal, dia se S Valentim, dia do Pai, da criança, dia da mulher, da mãe... 


Faz-me um pouco de confusão as pessoas e de um modo geral, apenas se agarrarem à ideia cliché de que por haver um dia especifico, as pessoas no restante ano não se lembram da mãe, do pai, da criança, do namorado(a)... Ou até do menino Jesus...


E principalmente por essas mesmas homenagens serem sobre algo positivo... bom... inspirador... Então pergunto-me... e dia 1 de Janeiro??? saem á rua para celebrar o fim o ano de um calendário mundialmente aceite quando nem se nasceu no próprio dia... faz sentido?? para mim não... mas sabe bem toda a energia canalizada? claro que sabe... pois uma comemoração em massa é exactamente isso... uma nascente de optimismo, de celebração, de sentimentos positivos que desaguam na nossa vida em determinado momento.


Deixo-vos com a história que nem todos conhecem sobre dia de S. Valentim, que como qualquer história de amor tem que ser trágica... também esta tem este mesmo componente.

"O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”."

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